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A produção do vinho brasileiro deu um salto
enorme nos últimos 10 ou 15 anos, alguns
alcançando o nível de muitos estrangeiros
famosos e reverenciados. A elite do vinho
brasileiro fica numa faixa que vai de razoável a
muito bom. Ainda não temos vinhos excelentes,
mas alguns da safra de 1991 chegaram muito perto.
Em termos de qualidade e quantidade, predominam
os brancos, que se beneficiam da tecnologia
avançada das vinícolas.
A partir de setembro de 1995 o Brasil passou a
ser membro da OIV (Office International de la
Vigne e du Vin ou, simplesmente, Organização
Internacional do Vinho), organismo que regula as
normas internacionais de produção do vinho. Uma
das normas que em breve, será implantada é
criação a implementação das Denominações de
Origem Controlada, como as existentes nos países
europeus.
Na serra gaúcha, a uva americana Isabel (não
indicada para produção de vinho) ganhou seu
espaço, sendo apreciada até pelos italianos
mais tradicionais. Com o tempo, o vinho feito da
Isabel conquistou o paladar do brasileiro. Mas
foi com a chegada das vitis vinifera (tipo mais
indicado para produção de vinho) que a
produção de vinhos no Rio Grande do Sul
prosperou. Hoje em dia essa região é a mais
adiantada do país. Vale a pena uma visita a
Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Garibaldi para
conferir nossa produção nacional de vinhos.
O Brasil produz bons vinhos varietais (elaborados
com um tipo predominante de uva) brancos (das
uvas Chardonnay, Riesling, Sauvignon Blanc, etc.)
e tintos (das uvas Cabernet Sauvignon, Merlot,
etc.) e muitos deles têm recebido prêmios em
concursos internacionais sérios, a maiora deles
supervisionados pela O.I.V.
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